WEEL ajuda gestores da construção civil a proteger o fluxo de caixa

A indústria da construção é um dos motores da economia nacional, apresentando faturamento anual de R$ 1,1 trilhão (6,2% do PIB brasileiro), e enfrenta desafios proporcionais à sua dimensão. O maior deles está nas deficiências do controle orçamentário e da gestão financeira, as quais afetam diretamente o sucesso das empresas desse setor.

Descuidos e acidentes
na gestão de fluxo de caixa levam a consequências gravíssimas: atrasos,
investimentos mal aplicados e dificuldades de término de projetos são apenas
alguns deles. Pesquisas mostram que no Brasil:

  • Grandes projetos de construção estendem em 20% o prazo previsto para terminar;
  • Projetos são encerrados com orçamentos até 80% acima do previsto;
  • No Brasil, o tempo necessário para a construção é de, em média, 469 dias, inferior apenas a alguns países da África. Outros países emergentes são consideravelmente mais ágeis, como China (311 dias), Índia (227 dias) e Rússia (423 dias).

A desafagem
tecnológica é um dos principais fatores que levam a esse quadro desalentador.
Segundo a consultoria PwC, as empresas de construção brasileiras “ainda estão
usando processos baseados em papel que só podem ser descritos como arcaicos”.
Já a consultoriaMcKinsey afirma que as construtoras “estão operando da mesma
maneira desde os anos 1940”. O resultado disso é que, nos últimos 25 anos,
quase todas as indústrias dobraram sua taxa de produtividade, enquanto a da
construção civil manteve-se estagnada.

Inteligência
Artificial aplicada à construção

Tecnologias de ponta, que hoje empregam a
Inteligência Artificial, são a chave para o sucesso do gestor da indústria da
construção. Utilizando esse recurso hoje disponível em diferentes sistemas –
desde os ERPs para gerenciamento geral da obra, até plataformas de empréstimos
ou de antecipação
de recebíveis
, como é o caso da WEEL
–, é possível valer-se das ferramentas que garantem apoio às decisões e
operações financeiras digitais ágeis e inteligentes.

“Os valores envolvidos movimentados na execução de uma obra são muito elevados, o que ajuda a transformar a má gestão em inadimplência. Esse setor sofre especialmente com esse aspecto e seu impacto é dramático, podendo chegar ao abandono do projeto”, comenta Nathan Yoles, Head de Vendas da WEEL, que defende a antecipação de recebíveis como uma ferramenta estratégica vital para equilibrar o fluxo de caixa e garantir a saúde das empreitadas.

Capital de giro e
inadimplência: tendões de Aquiles da construção

A pesquisa Sondagem Indústria da Construção 2018 realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), deixa claro o difícil cenário enfrentado pelos empresários da indústria da construção nesse momento.

A demanda interna insuficiente foi apontada como o maior entrave para o crescimento no ano passado (34,2% dos entrevistados). A elevada carga tributária foi apontada por 32% dos entrevistados. A falta de capital de giro ficou em terceiro lugar, apresentando um índice de 25,6%, e a inadimplência foi o quinto problema citado, apontado por 23,9% dos pesquisados.

 

Controle e prevenção de problemas de caixa

Obras são projetos de longo prazo, que se estendem desde a sua concepção e captação de recursos até a entrega final. Em função disso, é natural que ocorram imprevistos (vale lembrar que a construção é um setor suscetível a conjunturas diversas, tais como disponibliidade de mão de obra local e de matérias-primas, alterações de leis vigentes, inflação, políticas de importação e até mesmo clima, entre outros).

Muitas vezes, é difícil encontrar uma saída prática para momentos de gargalo, mesmo quando realizou-se inicialmente um bom planejamento. Afinal, cada fase da obra é por si só uma etapa financeira diferente – muito embora inteligadas e interdependentes.

Em momentos de descasamento
de fluxo de caixa
, a operação de antecipação de recebíveis digital é uma
opção rápida, desburocratizada e de baixo custo. As Fintechs,
novas empresas de tecnologia em serviços financeiros como a WEEL, atendem com
perfeição a demanda de PMEs desse setor. O montante solicitado entre na conta
no mesmo dia da solicitação.

A importância da disponibilidade de caixa para custear a mão
de obra

Já dissemos que obras são projetos longos e, durante sua realização, é preciso enfrentar períodos concentrados de despesas com a mão de obra. Férias e 13º salário, além de horas extras, são bons exemplos.

É vital manter uma planilha de previsão de gastos detalhada e atualizada em base diária, com um olhar ainda mais atento a alterações no projeto, os quais podem ocasionar mudanças de prazo e de despesas com mão de obra. Mais uma vez, a antecipação de recebíveis digital é uma ferramenta de apoio capaz de solucionar a sobrecarga que estas obrigações podem causar ao fluxo de caixa.

Construtechs e
tecnologias a serviço da construção civil

Houve em tempo em que
planilhas eram manuais e a antecipação de recebíveis exigia viagens ao banco e uma
montanha de documentos. Hoje, todos os processos financeiros podem ser
automatizados, e há diversas opções que ajudam o profissional da construção a gerenciar
as finanças da obra.

Com o uso de sistemas de gestão empresarial, os ERPs, todas as entradas e saídas estão registradas em um único local, de forma que o gestor pode visualizar com clareza tudo o que acontece no caixa durante cada etapa do projeto. Eles permitem inclusive realizar previsões, as quais podem aliviar um problema comum da indústria de construção civil: o grande número de processos de construtoras contra empresas terceirizadas por falta de pagamento.

A tendência de mash-up
de tecnologias – ou seja, a reunião de diferentes soluções tecnológicas em uma
mesma ferramenta – cresce a cada dia. No caso da WEEL, sua integração com ERPs
como Omie,
SAP
Business One
e ERPFlex
garantem que o gestor financeiro realize a antecipação de recebíveis sem sair
de sua plataforma ERP. Essa integração garante mais segurança à operação e uma
agilidade que, até recentemente, era impensável.

É evidente que a adoção da tecnologia no setor da construção civil é um caminho sem volta. Hoje ele representa maior competitividade e excelência na gestão, e em breve será um fator crucial de sobrevivência. Prova disso é que, em todo o mundo, cresce com velocidade incrível o número de construtechs (startups do setor de construção) estabelecidas com sucesso: somente no ano passado, elas apresentaram faturamento de 1,05 bilhões de dólares no EUA. No Brasil, já existem, hoje, 354 startups do setor de construção e imobiliário.