Ótimos clientes, mas prazos de pagamento a perder de vista. O que fazer?

Quando se trata de gestão financeira, as pequenas e médias empresas enfrentam desafios grandiosos. Não bastasse a dificuldade de acesso a capital de giro, elas muitas vezes lidam com longos prazos de pagamento impostos por clientes de grande porte.

Segundo a análise realizada pela WEEL, 41 dias foi o prazo médio de recebimento de faturas emitidas contra grandes corporações em 2018. A avaliação englobou um montante financeiro de R$ 57,7 bilhões, movimentado em diferentes segmentos.

Essa questão gera um enorme desafio aos gestores financeiros dos pequenos e médios fornecedores de grandes companhias, que precisam aguardar o pagamento de seus clientes enquanto estão obrigados a arcar, em prazos muito mais reduzidos, com a cobertura de despesas correntes, como matéria-prima, suprimentos, manutenção e mão de obra.

A boa notícia é que os empresários brasileiros estão descobrindo a modalidade de antecipação de recebíveis, com a qual a empresa pode utilizar seus recursos próprios (provenientes de pagamentos futuros) para equilibrar seu fluxo de caixa (presente). Para entender melhor quais as vantagens que essa operação trará a seu negócio, leia aqui.

Solução ideal também para ciclos longos de venda

De acordo com Simcha Neumark, CEO e fundador da WEEL, o prazo alongado praticado por grandes compradores é resultado não apenas de seu maior poder econômico e capacidade de compra – alia-se a esse fator o momento de escassez econômica que vive o país, o qual obriga os pequenos negócios a oferecer vantagens competitivas a seus clientes.

Isso se repete em diferentes indústrias, a exemplo da plástica. “Nestes últimos anos de crise, muitas empresas carentes de capital de giro para para rodar a operação cotidiana pressionaram seus fornecedores para estenderem as condições de pagamento. Elas saíram do tradicional 28/35/42 Dias da Data Líquida (DDL) para muitas vezes chegar a 120, forçando transformadores pequenos e médios a financiarem seu cliente, o que afeta duramente o fluxo de caixa deles”, comentou recentemente o CEO da Activas Laércio Gonçalves, uma das maiores distribuidoras de resinas plásticas, à revista Plásticos em Revista.

A Targget Tecnologia, empresa de revenda e integração de equipamentos prediais e de energia crítica, é uma das clientes da WEEL que utiliza a antecipação de recebíveis em sua estratégia de gestão financeira. “Trabalhamos com um ciclo longo de vendas. Isto exige de nossa empresa disponibilidade de capital de giro em volume relativamente alto para conseguirmos manter a operação, inclusive em períodos mais ociosos”, diz o diretor executivo da Targget, Rogério Tápias Passoni.

Brasileiros descobrem a antecipação

Essa modalidade financeira vem ganhando força no Brasil. Segundo o diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Viana, o financiamento a empresas tem ocorrido mais via instrumentos de mercado de capitais do que por meio de empréstimos tradicionais. “Vemos o mercado de crédito bastante saudável, com expansão de modalidades com boas garantias atreladas, como consignado (com desconto em folha), veículos e antecipação de recebíveis”, ele destacou durante um evento do Banco Itaú realizado em abril, em São Paulo.

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