5 mitos sobre factoring que devem ser esclarecidos

Diversos assuntos comuns no dia a dia das empresas são alvo de polêmicas. Um bom exemplo disso são os mitos sobre factoring, que amedrontam os gestores que resistem em aderir à operação.

Após o tempo despendido para conquistar a confiança de uma sociedade não acostumada com o arrendamento mercantil, o factoring foi finalmente regulamentado em 2013.

Factoring (ou fomento mercantil) pode ser entendido como um processo comercial em que a empresa cede seus títulos (que seriam recebidos a prazo) a uma empresa terceira e recebe à vista por eles. No ato do recebimento, uma taxa de redução é calculada e aplicada ao valor. Trata-se de uma boa alternativa para manter o equilíbrio do fluxo de caixa. Entretanto, muitas empresas perdem a oportunidade de utilizar o factoring devido às dúvidas que rondam o assunto.

Para ajudar você a desvendar esses mitos, listamos abaixo os principais deles. Acompanhe!

1. Factoring serve a empresas com problemas financeiros

Mito! Muitos gestores que ainda desconhecem o assunto erram ao acreditar que a antecipação de recebíveis se destina apenas a empresas que enfrentam problemas financeiros. Na prática, empresas que mantêm a saúde de suas finanças já entenderam que o factoring lhes permite uma gestão mais segura de seu fluxo de caixa.

Os valores antecipados podem ser usados para a compra de matéria-prima ou para o investimento em projetos que ajudam a promover o desenvolvimento mais rápido da empresa. Portanto, não há nenhuma relação entre entre antecipação de recebíveis e fracasso financeiro.

2. Factoring é igual agiotagem, não se pode confiar

Mito! É provável que você já tenha ouvido essa afirmação de algum conhecido. No entanto, se você parar para pensar, vai perceber facilmente a diferença: agiotagem é um procedimento ilegal, no qual o agiota empresta dinheiro a uma pessoa física e cobra juros exorbitantes. Já o factoring é legalizado, normatizado e concedido a pessoas jurídicas.

As factorings são empresas legalizadas como os bancos, e têm a vantagem de serem menos burocráticas do que instituições bancárias.

3. Os juros do factoring são altos demais

Mito! Há quem acredite que os juros cobrados pela antecipação excedem as taxas provenientes de empréstimos bancários. Acontece justamente o contrário, já que não existe taxa de juros sobre o factoring — apenas o deságio é cobrado do cliente.

O deságio é uma taxa prefixada, e os prazos costumam ser menores do que os empréstimos comuns (até o vencimento da duplicata negociada). Isso significa que trabalhar com factoring, na verdade, é mais barato do que solicitar um empréstimo bancário.

4. O factoring não realiza análise de crédito

Mito! Está aí outro fator de desconfiança que recai sobre o factoring. Alguns empresários acreditam que a factoring aceita títulos sem análise prévia, o que colocaria os recebimentos em risco. Entretanto, essa análise sempre é realizada, com o objetivo de prevenir casos de inadimplência. Com base nisso, a operação pode ser aprovada ou não.

5. Empresas de factoring são todas iguais

Mito! Muitas vezes, uma má experiência com uma empresa de factoring faz com que o gestor simplesmente generalize as instituições que atuam no ramo. Realmente, há factorings que focam em conveniências unilaterais e não oferecem um bom atendimento. Entretanto, a maioria busca construir uma relação de longo prazo com o cliente.

Para isso, procedem de forma minuciosa e equilibrada, realizando análises de crédito imparciais e buscando desenvolver diferenciais para atender e satisfazer os clientes.

Percebeu como os mitos sobre factoring fazem com que você perca as vantagens de contar com tais soluções financeiras? Procure saber mais sobre esse tipo de empresa e encontre, no factoring, a ajuda que a sua organização precisa para prosperar.

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