Liberte-se de mitos e promova o crescimento de seu negócio

Você permanece buscando crédito apenas em bancos por que ouviu dizer que factorings não são organizações regulamentadas pelo governo (mito). Você não investe no desenvolvimento de novos produtos em sua empresa porque para isso precisaria de um empréstimo – no entanto, não busca por um, já que associa pedidos do crédito a negócios em crise (outro mito).

Você não se incomoda de atrasar uma conta aqui ou ali pois, afinal, elas representam valores insignificantes ao mercado (mais um mito!). No tocante ao seu cotidiano, sua atenção está totalmente focada no faturamento e distante de outros índices financeiros – afinal, vender, e vender muito!, é o que importa. Ups, mais um mito.

Essas são algumas das inverdades disseminadas entre profissionais de gestão financeira que talvez estejam retirando de você a flexibilidade e o pensamento inovador tão necessários para a boa gestão das finanças de seu negócio ou da empresa em que trabalha.

Liberte-se já!

Quem manda no “seu” dinheiro é você

Você precisa decidir quando, onde e como utilizar-aplicar-investir os recursos de sua empresa. Claro que um consultor externo pode ser contratado para apoiá-lo na tarefa – mas não ceda à tentação de deixar essa decisão nas mãos de uma instituição externa que, não por acaso, é remunerada pelo uso que você faz de seu dinheiro.

A parceria com um gerente bancário de sua confiança é fundamental. No entanto, a cada vez que solicitar o apoio dele para alguma decisão (de investimento, empréstimo etc.), lembre-se que ele é funcionário de uma empresa e precisa cumprir metas. Assim, quase nunca ele terá uma solução que será melhor para você do que para ele próprio.

Muitos empresas ainda consideram a parceria com factorings de antecipação de recebíveis uma prática insegura. Cederam ao poder do mito, pois não sabem que elas e suas operações são regulamentadas pelo governo. E que, na realidade, oferecem um modelo de crédito muito mais acessível, rápido e seguro do que o bancário.

Existe um outro mito que defende que, em caso de crise, a melhor medida é cortar despesas. Bem, a verdade é que cortar custos deve ser um trabalho contínuo, mesmo porque eles sempre tendem a crescer – ainda mais em momentos de descuido. Mas esteja atento: cortar custos em momentos de crise pode também ameaçar o negócio caso as mudanças implantadas impactem na produtividade da empresa.

Ao contrário do que se imagina, a saída da crise é, muitas vezes, investir ou acelerar em outra direção. Como “dono da caixa registradora”, você precisa analisar se cortar gastos em momentos difíceis é de fato uma saída inteligente ou mais um mito de mercado que pode afundar o seu negócio.

Vender muito, e lucrar mais ainda, nem sempre é a resposta

Vender, vender, vender. Claro, esse é um dos objetivos fundamentais da empresa. Mas foco integral nessa ação faz parte da missão da equipe de vendas, não da equipe financeira. Relacionar altos números de venda e faturamento à certeza de sucesso empresarial é mais um dos mitos recorrentes no mundo da gestão financeira.

Muitos outros fatores influenciam os resultados organizacionais e refletem a saúde financeira do negócio. Você pode, por exemplo, bater sucessivos recordes de venda, mas como fruto de uma venda que não compensa o valor investido na produção. Outra possibilidade é que todos os custos agregados – impostos e transporte, por exemplo – não estejam contemplados no valor de venda. Nesse caso, volume realmente representa  “felicidade” financeira?

Também o lucro deve ser observado com cuidado. O melhor crescimento é o sustentável – e uma grande margem de lucro em um mês específico pode significar o inverso disso.

Imagine que você teve a oportunidade de comprar um lote de produtos a preço excelente por conta de alguma oportunidade de mercado. Contratou mais funcionários para lidar com esse aumento e teve, de fato, um mês genial em termos de faturamento. No período seguinte, no entanto, você precisou voltar ao preço normal de aquisição de produtos – mas toda a sua equipe recém-contratada ainda está ali, mas agora desocupada. Como você vê o lucro do mês anterior em um momento como esses?

Uma boa gestão financeira não tem como objetivo apenas a obtenção de lucro, mas sim a construção do equilíbrio que garante que a empresa esteja preparada para crescer de forma sustentável.

O crescimento por vezes não depende de recursos

Não ceda ao apelo de bancos e outras oferecedoras de crédito, como se dinheiro fosse o único recurso capaz de ajudar o negócio crescer. Claro que contar com verbas extras pode apoiá-lo a dar um passo maior de cada vez, mas boa parte do crescimento não está relacionado apenas a cifras, mas sim a processos internos adequados, boa gestão, produtividade e visão de mercado.

O dinheiro entra para custear as ações propostas dentro de sua estratégia, mas contar com ele não garante que a estratégia seja boa.

Essa percepção faz parte de um outro mito espalhado pelo mercado: o de que a área financeira é a mais importante dentro da empresa. Claro que o gestor financeiro tem, entre seus mais relevantes papeis, a tarefa de garantir uma base sólida para a operação atual e futura da empresa. Ele é uma espécie de backofficer, um herói silencioso que mantém mil pratinhos girando enquanto os demais departamentos se empenham em produzir, controlar, divulgar, vender, entregar etc. Mas a área financeira é uma das peças da engrenagem – importante, mas não a única.

Com esses aspectos claros, você estará pronto a combater os mitos que atrapalham o seu cotidiano. E, dessa forma, poderá ajudar sua empresa a obter o equilíbrio de que necessita para seu crescimento. Clique aqui e saiba mais sobre como a WEEL pode ajudá-lo nessa tarefa apoiando o equilíbrio de seu fluxo de caixa.