Inteligência Artificial na gestão
financeira: chave para o sucesso empresarial

A agilidade e a segurança das operações financeiras
podem garantir o sucesso do negócio – ou, na falta dela, a sua falência. Em um
mundo cada vez mais automatizado e digitalizado, essas características só são
alcançadas por meio do emprego da Inteligência Artificial, hoje uma ferramenta
básica para os serviços financeiros digitais e à gestão financeira em si.

É interessante notar que, embora os grandes
empresários já estejam conscientes dessa realidade, ainda há muito a se fazer
nesse aspecto no tocante às pequenas e médias empresas, as quais são justamente
aquelas que, segundo o Sebrae, são os motores da economia brasileira, representando
27% do PIB e gerando 54% da massa salarial no Brasil.

Incrível notar que os grandes setores industriais
nacionais ainda carecem de tecnologia em sua gestão. Segundo relatório da PwC,
as empresas de construção (setor responsável por 6% do PIB nacional) “ainda
estão usando processos baseados em papel que só podem ser descritos como
arcaicos”. Segundo a McKinsey, ela “operam da mesma maneira desde os anos
1940”. Nesse quesito, elas ficam atrás apenas do setor da Agropecuária, que
responde por 20% do PIB brasileiro.

As melhores práticas da gestão financeira hoje só são
possíveis com o uso da tecnologia, e não é por acaso que as Fintechs surgem com
força no Brasil e consolidam posição como fundamentais parceiras empresariais.
Com a combinação de tecnologias, conhecida pelo termo mash-up, são
capazes de manter-se atualizadas, competitivas e em crescimento. Quem não conta
com a tecnologia em sua gestão está fadado a se tornar “lanterninha” da
acirrada competição e da globalização.

Pesquisas demonstram consciência do assunto

A mais recente pesquisa Big Decisions™ da PwC, a qual
ouviu integrantes do setor de serviços financeiros, mostra que 37% dos
entrevistados acreditam que a análise de dados será o próximo big thing
para o processo de tomada de decisão. Já a pesquisa Digital IQ Survey 2017
apontou que 52% da indústria de serviços financeiros está realizando
“investimentos substanciais” em Inteligência Artificial, enquanto que 66%
prevêem fazê-lo nos próximos 3 anos. Com relação aos tomadores de decisão, 72%
deles acreditam que a Inteligência Artificial será a maior vantagem competitiva
das organizações no futuro.

Por outro lado, estudos mostram que 40% do tempo dos
gestores financeiros é gasto em processamento de transações. Isso é resultado
da defasagem da atualização tecnológica dentro de setores importantes da
economia brasileira. Para citar apenas um exemplo, nos últimos 25 anos,
enquanto quase que todas as indústrias dobraram sua taxa de produtividade – em
grande parte em função da adoção da tecnologia –, a construção civil manteve-se
estagnada.

Tudo isso evidencia a existência de um espaço vasto e
irresistível para a inclusão da Inteligência Artificial no ambiente financeiro,
especialmente no segmento de fomento comercial e crédito.

O que faz a Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) aplicada aos negócios tem a missão de entender padrões que estão ‘escondidos’ em grandes volumes de dados. O resultado prático de sua aplicação é facilmente compreensível: quem conhece e utiliza esses dados toma as melhores decisões.

No universo do crédito e da antecipação de recebíveis
– nessa segunda está focada a atuação da Fintech WEEL –, a IA é aplicada para a redução do
risco e consequente redução das taxas cobradas pela operação.

Por meio de algoritmos desenvolvidos em seu Centro de
Inteligência os quais sustentam sua plataforma de análise de risco, a mais
avançada do mercado nacional, a plataforma WEEL coleta em segundos dados de
mais de 1.500 pontos de referência para avaliar a qualidade do lastro no que se
refere à autenticidade da operação de compra e venda mercantil ou da prestação
do serviço
(esse segundo é realizado apenas para empresas que utilizam um
sistema de gestão empresarial).

Dessa forma, ela identifica diferentes problemas
estruturais e operacionais, envolvendo a relação sacador/sacado, pagamentos de
títulos para credores indevidos, uso do documento em mais de uma instituição
financeira, fraudes internas como o envio de boletos a subsidiárias etc. Ou
seja, elimina os fatores que nos processos manuais, nos quais dificilmente são
detectados, elevam de forma impactante os custos e o risco da operação, o que
historicamente resulta no aumentando as taxas de juros e, principalmente, no
desinteresse das instituições em operacionalizar este serviço quando se trata
de PMEs.

Como a IA está transformando a antecipação
de recebíveis

Análise de Risco

Antes do surgimento de Fintechs como a WEEL, realizar
a análise de risco da operação de antecipação de recebíveis se parecia mais com
uma aposta do que de fato uma verificação segura e transparente. Para
realizá-la, o banco ou a factoring exigia (como faz até hoje) garantias
físicas, como maquinário e imóveis, e tinha o poder de tão somente checar a
saúde financeira do cedente e do sacado.

Hoje, com plataformas inteligentes combinadas a ERPs,
é possível checar a saúde financeira das empresas envolvidas, conhecer todo o
seu entorno (fornecedores e clientes), seu histórico de bom pagador e sua
reputação, além de checar dados societários. Essa possibilidade diminuiu
expressivamente a inadimplência – que na WEEL é próxima de zero – e,
consequentemente, o custo da operação. Sem contar a agilidade: hoje, é possível
receber o montante adiantado em conta até no mesmo dia da solicitação, algo
impensável até dois anos atrás.

Detecção de fraude

A IA permite a pesquisa de informações e
comportamentos para identificar o risco de fraude – e quando localiza risco,
levanta uma “bandeira vermelha”. O Brasil infelizmente se destaca nesse
quesito. Segundo dados do Serasa, apesar do forte investimento em tecnologia ao
longo dos últimos anos, o número de fraudes em 2017 cresceu em 31,2% em relação
a 2016, com 226 mil registros de fraudes bancárias registradas. Analistas
estimam que a IA economizará à indústria bancária, até 2030, mais de 1 trilhão de
dólares.

Acerto e
segurança na tomada de decisões

A tomada de decisões velozes e de baixo custo imprimem
um novo estilo no gerenciamento financeiro. Em lugar de processos manuais e
“intuição”, entra a “máquina”, que analisa dados instantaneamente trazendo as
respostas que permitem aos líderes uma decisão mais acertada. Essa realidade
vale para os dois lados da negociação. Da parte da Fintech, lhe provê segurança
e transparência; por parte do solicitante da operação, ele pode visualizar
imediatamente em sua tela o valor que irá receber por cada transação,
permitindo-o tomar a decisão mais interessante para seu negócio.

Análise
preditiva garante a segurança da operação

A análise preditiva em serviços financeiros determina
diretamente a estratégia do negócio. Ela apoia a melhora de processos internos
e a competitividade. Quando a empresa envia à plataforma WEEL todos os boletos
com valores a receber, visualiza com transparência a situação de seu fluxo de
caixa e consegue prever, com grande antecedência, a ocorrência de gargalos.
Assim, o gestor responsável pode decidir o melhor momento de antecipar seus
recebíveis sem pressa e sem expor a saúde de seu negócio a solicitações de
crédito desvantajosas.

Para saber mais sobre a WEEL e as vantagens da antecipação de
recebíveis, visite nosso site: www.weel.com.br.
Nossa equipe de especialistas ficará feliz em explicar de que foram ela pode
impulsionar o sucesso de seu negócio.

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